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Até a torcida quinzista havia se curvado à Ponte Preta


Até a torcida quinzista havia se curvado à Ponte Preta

Ou por não acreditar no time ou por não querer eventuais confusão e optar pelo conforto de ver o duelo regional no sofá de casa pela televisão

Público no Barão foi abaixo do esperado, talvez, porque nem a torcida do XV acreditasse que seu time pudesse segurar a Ponte

Categorias: Colunas

Por: ARIOVALDO IZAC – –, 27/03/2023

Matheus Jesus escalado de 9. Não foi bem. Foto: Karen Fontes – AAPP

Campinas, SP, 27 (AFI) – Eis um enigma a ser decifrado: por que diante da Portuguesa Santista, numa quarta-feira à noite, o público no Estádio Barão de Serra Negra, do XV de Piracicaba, foi de 11.320 pagantes e 13.070 considerando-se os não pagantes, e agora diante da Ponte Preta caiu para 8.973 pagantes e 10.659 não pagantes?

Isso contrariou quase todas as previsões de público aproximado no último sábado à tarde, de 15 mil pessoas.

E mais: no jogo de quarta-feira, a Santista levou apenas algumas testemunhas a Piracicaba, enquanto dos ingressos de sábado, 1.279 foram destinados a pontepretanos, que se deslocaram ao município para assistir à partida.

Das duas uma: ou a torcida quinzista, certa das limitações técnica de sua equipe, já demonstrava certo pessimismo sobre as possibilidades de avançar ao acesso desta Série A2 do Paulista, ou recordou da ‘brigaiada’ destes torcedores rivais, décadas passadas, e que assim seria mais indicado ficar em casa e ver o jogo pela televisão?

Ponte Preta jogou bem e mereceu vencer o XV. Foto: Marcos Riboli – Especial Ponte Press

HÉLIO DOS ANJOS

Que o treinador Hélio dos Anjos tem méritos na condução da equipe pontepretana, é fato inegável.

Daí a tentar nos convencer de acerto na estratégia ao posicionar o meia Matheus Jesus como centroavante, no jogo em Campinas diante do Comercial, é conversa pra ‘boi dormir’.

Não se transforma um meia em centroavante do dia para a noite, como foi a pretensão dele.

Ora, se a missão do Comercial, na ocasião, era se resguardar, o raciocínio lógico naquele jogo seria bola rondando a área adversária seguidamente.

Sendo assim, como contestar a imprescindível presença do centroavante raiz, que tem faro de bola espirrada na área adversária para empurrá-la à rede adversária?

Tudo bem, Dos Anjos. Você tem crédito até neste caso para contestar aqueles que pensam de maneira diferente.

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