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25/03/2012

Entrevista com o Diretor Presidente da Transportes Gabardo - Sr. Sérgio Gabardo

Artigos / Entrevistas

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Como diretor-presidente da Transportadora Gabardo (TG), ele tem obtido um sucesso incomparável: Foto/Affonso Lima

Entrevista: Sérgio Gabardo

 

Affonso Lima / Dallila Mariane

 

Disposto a investir mais em Anápolis, o diretor- presidente da Gabardo revela ter dificuldades para ampliar sua empresa, vincula o crescimento da cidade à disposição empreendedora “dos estrangeiros” e às melhorias de infraestrutura do estado de Goiás.

 

Veja imagens da Gagardo

 

O empresário Sérgio Mário Gabardo, de 55 anos, um gaúcho de Nova Bassano, dedica cada minuto de sua vida a três causas: a sua família, a sua empresa e a uma missão de justiça: impedir que a morte de seu filho, Mário Sérgio, ocorrida em 2005 em Porto Alegre, caia no esquecimento e seus assassinos fiquem na impunidade.

 

Como diretor-presidente da Transportadora Gabardo (TG), ele tem obtido um sucesso incomparável. Começou há 30 anos com um caminhão comprado a prestações, passou noites de insônia trabalhando para pagar o veículo, mas hoje sua empresa está em crescimento e já não tira mais o sono dele.

 

Mesmo porque, as taxas de expansão dos negócios se multiplicaram e a empresa, com sede em Porto Alegre e mais 15 filiais no Brasil e no Mercosul, detém uma das maiores frotas de cegonhas da América Latina.

 

Casado com uma psicóloga e pai de um menino, ele também propõe uma abordagem importante no relacionamento com os colaboradores, com base na premissa de que o quadro da empresa tem parentes e familiares, onde todos são encarados como aliados, e cujo conhecimento deve ser ampliado pelo amplo acesso à educação.

 

Porém, na luta contra a injustiça, Sérgio Gabardo vive dois mundos. No melhor deles, ganhou adesão de pessoas do país inteiro e renovou as esperanças de obter justiça. No pior deles, enfrenta a ferrenha oposição da polícia gaúcha, que jamais desvendou o crime.

 

Jornal Correio de Goiás - Como tudo começou?

 

Sérgio Gabardo - Tudo começou em 1986, quando fui de Nova Bassano para Porto Alegre prestar vestibular para direito. Tinha o sonho de ser advogado, mas entrei como comprador da BC move para bancar os estudos. Trabalhei lá uns quatro meses, me pediram para viajar substituindo um motorista. Na volta, pediram outra viagem, depois outra, meus estudos ficaram de lado e me ofereceram para comprar um caminhão deles, que estava parado debaixo de um viaduto. Pensei: então, vamos comprar o nosso caminhão.

 

JCG - Era muito caro?

 

Sérgio- Eu nem tinha o dinheiro e o caminhão custava 1.500  em valores da época. Para comprar, dei uma casa, mais uma moto, uma TV Semp-Toshiba de 10 polegadas e um Passat que meu pai me deu para ajudar no negócio. Financiei mais 350 mil da época, larguei a faculdade, comecei a trabalhar. Trabalhei com aquele caminhão de1982 a 1992. Em 1993, fui transportar o melhor carro da época, o Miura.  Então, comprei o primeiro caminhão cavalo trator. Um amigo disse assim: “Vai lá trabalhar e depois me paga o caminhão”. Aceitei.

 

O negócio engrenou de vez na Era dos Importados. O presidente Fernando Collor chamou os carros nacionais de “carroças”, abriu os portos, e os carros estrangeiros começaram a chegar. Foi um sufoco,  ninguém sabia transportar aqueles carros, eles não existiam no Brasil. Comecei, primeiro transportando para a Associação Comercial de Porto Alegre, depois para os importadores oficiais. A nossa empresa adquiriu mais um caminhão, mais dois...cresceu.

 

JCG – Foi assim que a frota cresceu, a empresa ganhou tecnologia e alcançou sucesso?

 

Sérgio – De fato, a Gabardo detém a maior frota própria da América Latina, e em matéria de transporte é a mais moderna. Mas, tudo se deve à parceria que temos com os funcionários. Na verdade, não são chamados funcionários e sim parceiros tanto no trabalho quanto na organização. Todos participam de tudo, inclusive das análises de custos, garantia, assistência e pós-venda.

 

JCG - Hoje, a sede, em Porto Alegre, tem quantas filiais?

 

Sérgio - São 15 filiais, atingimos toda a América Latina e os principais estados: Fortaleza, Salvador, Espirito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e São Bernardo, Curitiba, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás e Belo Horizonte. Temos pontos de apoio e outras filiais em outros países como na argentina. Fazemos todo o Mercosul  e também atingimos Bolívia, Peru e países vizinhos, e investimos em tecnologia.

 

JCG - Toda essa tecnologia embarcada e a certificação ISO 9000-9001, por exemplo, foram  projetos do seu filho, Mário Sérgio, não é mesmo?

 

Sérgio - Veja bem, hoje, ter ISO não conta mais. O que conta começa pelo Selo Verde 14000. Mas na época havia uma exigência de certificação da empresa. E, o que acontece? O Mário fazia o curso de Direito e falava vários idiomas. Tinha uma cultura um pouquinho diferente da minha. Ele era culto.

 

E, quando falamos em certificar a empresa com ISO, abraçou o projeto. Logo queria a certificação e qualificação nos setores de recursos humanos, social, visão da empresa. Somos uma das primeiras empresas, por exemplo, que certificou no sentido digital. Antes do Mário, era tudo com livros, folhas.

 

Depois, mudou o sistema. Por isso, quando chegaram os certificadores ISO foram logo perguntando para o Mário Sérgio: 'Tu tens condições de fazer uma pré-auditoria, para ver se pode ir para a auditoria?'. Ele respondeu de pronto: “Eu tenho certeza, conheço muito bem essa empresa”. Até hoje é assim, não se registrou nenhuma não-conformidade.

 

O Mário Sérgio teve um papel fundamental na empresa.

 

Eu tenho muito a agradecer ao Mario Sérgio. Ele esteve comigo 20 anos, dois meses e dois dias. Tenho muito a lamentar pela segurança pública, principalmente do meu estado, o Rio Grande do Sul. Porque, até hoje, acredito, as autoridades não pararam para sentar e tentar ver o que aconteceu com meu filho.

 

Tenho muito agradecer a Deus.  Me deu força para continuar. Também me deu um filhinho que estou vendo pular. Acredito que, quando se tem fé, quando se acredita que Deus existe, as coisas funcionam.

 

JCG  - A maior dificuldade no setor de transporte é conquistar ou manter a qualidade?

 

Sérgio - O principal é fazer com que cada colaborador perceba a necessidade de que o mundo exige essa qualificação de cada pessoa. Quem não é o melhor está fora do mercado. É como bater uma fotografia fora do foco, embarcar num avião com 160 ou 180 passageiros e não ter um lanche na viagem ou encontrar sua cadeira ocupada porque a companhia reservou o mesmo lugar para dois passageiros.

 

Nós transportamos sonhos. Transportamos automóvel, um sonho para quem compra. Então, é preciso trabalhar de maneira perfeita, para que nada aconteça de errado. Nosso colaborador está ciente e é assim que vamos conquistar contratos por 20, 30 anos, como temos com a Ssangyong,  Chana, Hyundai,  Subaru. É possível conquistar se podemos tratar nosso cliente melhor, fazer o que foi contratado, ter um diferencial, fazer o melhor. Procuramos fazer o máximo, jamais chegar atrasado. Mesmo com chuva, se superar em tudo.

 

JCG - Qual foi o modelo de administração que ajudou a empresa a dar certo, obter sucesso?

 

Sérgio - É simples assim: a empresa é administrada por motoristas que deram certo. E deram certo porque entendem, realmente, de como se trabalha. Sabem onde reduzir custo, por exemplo. Somos a única empresa do setor que não pratica o chamado comércio de vaga. Aqui, o posto de trabalho é conquistado pelos motoristas, que trabalham por um período dentro da empresa, sem ter nada que desabone sua conduta.

 

Após cinco anos, o motorista pode assumir uma gerência de filial. Na prática, trata-se de administrador, mas que ainda pega um caminhão para viajar. Se for preciso viajam, mas não perde a condição de conquistar, a cada cinco anos, uma vaga de gerente.

 

JCG - Isso significa que a cada 10 anos de casa, o motorista terá dois caminhões?

 

Sérgio - Se não tiver nenhuma ocorrência, caso contrário, esse período começa a contar da última ocorrência que houver. Temos normas: somos muito rígidos na velocidade, no compromisso com o limite de velocidade, carga, horário, trabalhar corretamente. Porque existem dois tipos de motoristas: um de lenço vermelho, duas antenas altas, lenço em cima da antena, buzina e tal, que era o costume antigo. O de hoje é uniformizado, o caminhão é padronizado, tem telefone na porta e está sendo visto pela sociedade. Se faz alguma coisa errada, todos veem.

 

JCG - Como a empresa trabalha para qualificar esse profissional e levar o motorista a se identificar com a Gabardo?

 

Sérgio – É fácil de entender para quem trabalha dentro da empresa. Principalmente o motorista, aquele que tem o dom de ser motorista. Porque não são normas que se cria e sim solicitações. Porque há um acordo entre a montadora, a importadora e as pessoas da rede de concessionária. Elas dizem o que querem, o que esperam, e nós dizemos o que podemos cumprir, ou não. Enquanto as empresas são administradas por pessoas com uma cultura diferente, uma cultura que não tem o caminhão como princípio, nós temos o principio da logística e envolve todas as variáveis possíveis como clima, condições das estradas, acidentes de trânsito e prazo para entrega da mercadoria.

 

JCG - Neste caso, se a carga que saiu do Porto de Vitória (ES) para Anápolis (GO), e no meio do trajeto o caminhão quebra, qual procedimento adotado?

 

Sérgio - Os caminhões que vem de Porto de Vitória tem sistema DTA. Sempre que há uma ocorrência de trânsito, como quebra do caminhão, por exemplo, desloca-se o caminhão trator até lá e o traz até o destino. Há todo um processo de comunicação à Receita Federal, autorizações para substituição do caminhão, a hora da quebra, se houve ou não conserto, se o motor fundiu, se pode ou não ser resolvido pela mecânica, distâncias percorridas, pontos de apoio que nos atendem, se o problema fácil de se resolver.

 

Colaboradores:

 

“Se o colaborador não está bem, a empresa está doente

 

JCG - Para o senhor qual é o maior patrimônio da empresa?

 

Sérgio- O maior patrimônio são os nossos colaboradores. Toda empresa sabe que, se os colaboradores estão felizes, estão unidos, a empresa vai bem. Uma empresa vai mal quando os colaboradores não estão satisfeitos. O respeito aos colaboradores é fundamental. Procurar saber e entender qual é a dificuldade de cada colaborador, seja na vida particular ou não, para que venha a render dentro da empresa. No dia a dia, é preciso trazê-lo para a empresa e, no nosso caso, sabemos que a grande maioria dos colaboradores está muito satisfeita. A pesquisa interna, que indica o nível mensal de satisfação é superior a 98%.

 

JCG - Significa que a Gabardo também investe no aspecto social dos colaboradores?

 

Sérgio - O aspecto do bem estar social é construído pelo diálogo diário, e a convivência. Internamente também investimos na conquista de conhecimentos e treinamento dos colaboradores. Nós temos quatro escolas em Porto Alegre, mais uma em Anápolis para disseminar informações. Tudo somado, resulta em casos de sucesso: o Nestor, por exemplo, tem mais de 29 anos de casa. Como todos os colaboradores, há diálogo e orientação para ouvir, entender, dar e receber atenção e não gerar intervenções negativas na vida de cada um, ou impedir o seu bem estar e principalmente no relacionamento colaborador e sua própria família.

 

JCG- Quer dizer que o sucesso da Gabardo está vinculado ao bem estar de cada um dos membros e colaboradores da empresa?

 

Sérgio - Tenho certeza absoluta. Se o colaborador não está bem, a empresa está doente.

 

Investimentos:

 

JCG- Quais investimentos a Gabardo fez em Anápolis?

 

Sérgio - Esta é uma das coisas que falei ao governador. A Gabardo tanto investiu que trouxe a RG, uma empresa totalmente moderna, diferente de todas as empresas que existem no estado, a começar pelos equipamentos que emprega. Ao começar pelo bitrem, Sayder, suspensão a ar, roda mimo, caminhões andando a 80 km/h. Acredito que a RG seja uma empresa de referência em Goiás.

 

JCG - O senhor tem planos de fazer outros investimentos na cidade?

 

Sérgio - No mês de janeiro, durante reunião com o governador Marconi Perillo e o presidente da Goiás Industrial Ridoval Chiareloto,  apresentei nosso plano para ampliar os negócios da Gabardo em Anápolis. Nosso plano visa ampliar não só dentro da nossa área, mas em outros negócios. Nos próximos dias, teremos novidades.

 

Uma das questões apresentadas ao governador deve-se à necessidade de expansão do pátio para atender o nosso cliente. É preciso expandir e obter mais qualificação.

 

Outros projetos visam montar uma ONG (Organização Não-Governamental), uma associação dos funcionários, para trazer os colaboradores e familiares mais próximos da empresa, e assim fortalecer o relacionamento familiar. Se a esposa e os filhos entendem porque o marido e pai está longe de casa, há uma convivência harmônica, vamos juntos fortalecer o relacionamento familiar. O respeito e a união da família e o respeito a Deus, e isso em qualquer tipo de religião e não vamos entrar no mérito, são fundamentais para o sucesso de todos.

 

Em janeiro completei 29 anos de casado. E, digo assim: pena que não casei um pouco antes, acho que eu devia ter casado antes, porque graças a Deus sou um cara muito feliz.

 

JCG - As duas empresas, a RG e a Gabardo, receberam o Prêmio Fenatac de Qualidade do Ar. O que representa o prêmio?

 

Sérgio - Trata-se de um reconhecimento. E nos incentiva a buscar mais reconhecimento ainda. Esses dias pela manhã, um presidente de uma grande montadora me ligou. Disse: “Eu quero jantar contigo, estou cheio de compromisso, mas já agendei o jantar”. Olha, o cara liga para jantar, mas não liga para reclamar. Ele liga para conversar, pedir orientação, mesmo conhecendo suas concessionárias. Então, se querem saber como estamos vendo o que está acontecendo ao redor, significa que temos uma obrigação maior perante o cliente.

 

Realização Pessoal:  

 

“Minha vida é simples, sempre trabalhei na roça, sou de origem humilde, até hoje trabalho na roça”.

 

JCG - A Gabardo é uma das empresas que mais empregam em Anápolis. Qual a influência desse fator no município?

 

Sérgio - Bem, o que representa para a cidade eu não sei. Mas para a empresa, é motivo de satisfação por ver, saber, e ter a certeza de que a maioria dos colaboradores está satisfeita em trabalhar com a Gabardo. Creio que a sociedade anapolina notou uma mudança de cultura, primeiramente com a chegada da montadora CAOA/Hyundai, depois com a nossa empresa.

 

JCG - Para operar com os caminhões-cegonha, a empresa utiliza uma enorme estrutura. Mas, como é feita a manutenção dos caminhões para manter-se na estrada com segurança?

 

Sérgio– Ao desembarcar de uma viagem, o motorista apresenta uma ficha relatando os problemas que pode ter encontrado no caminhão. A partir daí, o caminhão é inspecionado antes de retomar as estradas. Mesmo que as fichas nada acusem de anormalidade, o caminhão passa pela inspeção do setor de logística, só depois vai entregar uma carga, viajar.

 

A manutenção é levada muito a sério. Tanto que existem, hoje, duas concessionárias, a Scania e a Volvo, operando dentro da empresa. No entanto, nós precisamos de mais áreas para trabalhar. Mesmo porque, se hoje faturamos “x” precisamos de mais áreas para gastar “y”. E, já não conseguimos fazer toda a manutenção dos caminhões no estado.

 

Se hoje temos muitas cegonhas, e são mais de 300 cegonhas, lembre-se: vai aumentar o número de cegonhas. Eu acredito que, quando se pensou na fábrica da Hyundai não se projetou o que traria de crescimento envolvimento da cidade com a montadora. Por quê?  Porque nós nos deslocamos, em vários lugares, para fazer a manutenção. Mas, a área atual está apertada, precisaríamos dobrar a área. Vou exemplificar: nosso objetivo é aumentar o número de cegonhas, e contratar empresas e pessoas da cidade.

 

JCG - Profissionalmente o senhor é um homem realizado?

 

“Minha vida é simples, sempre trabalhei na roça, sou de origem humilde, até hoje trabalho na roça. De quinta-feira até domingo vivo na roça, onde planto figo, amora e morango”. Nenhum profissional está realizado. Tenho muitas metas à frente ainda e como todo mundo, nem sempre se pode dar andamento às metas. Porque a empresa exige um crescimento rápido. A CAOA/Hyundai é um exemplo disso. Ela cresceu tão rápido que nós tivemos muita dificuldade para  atende-la. No momento, todos que fazem parte da empresa precisam se qualificar mais.

 

Por Correio de Goiás

 

Link(s) Relacionado(s): www.transgabardo.com.br  www.rglog1.com.br 

 

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